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VivaBem UOL | Iguais, mas únicos
Estima-se que em 2021 a Terra tenha passado dos 7,8 bilhões de seres humanos. Todos pertencentes à mesma espécie, Homo sapiens, sujeitos a agrupamentos por cor, classe social, religião, geração, traços comportamentais, mas únicos em se tratando de personalidade.
Podcast ‘Na Medida do Possível (ou quase) | Ep. #86 O limite da raiva
Como saber se nossa raiva está dentro de um limite aceitável? Fernando Rocha conversa com a psicóloga Liliane Seger sobre o Transtorno Explosivo Intermitente e faz com que entendamos melhor a diferença entre raiva desproporcional e aquela que apenas acontece em momentos muito pontuais de frustração.
Meu filho tem Transtorno Explosivo Intermitente. Como tratar?
O TEI é caracterizado como um transtorno psiquiátrico em que o indivíduo não tem controle de gerenciar seus impulsos agressivos. Ou seja, a pessoa tem, de modo repentino (3 a 4 vezes por semana, em um período de três meses), ataques de fúria completamente desproporcionais, como agressões verbais e físicas, que não são justificadas pelo gatilho que levou a esse comportamento. É normal e comum que a pessoa se arrependa e sinta culpa depois da "explosão", mas esse descontrole é algo mais forte do que ela.
Brigas no trânsito ficam cada vez mais corriqueiras no Brasil
Uma fechada no trânsito, uma buzinada, briga por causa de vaga.... Tudo isso pode provocar irritação e descontrole no trânsito. Em um dos casos recentes, um aposentado foi atacado com um facão, na Grande São Paulo, depois de discutir na avenida. O Fala Brasil foi ouvir especialistas para saber por que muitos motoristas são agressivos e chegam a ter um ataque de fúria quando ficam irritados e o que é preciso fazer para mudar esse comportamento.
Ansiedade e estresse podem ser prejudiciais para os seus dentes
A psicóloga e professora Liliana Seger, autora do livro Psicologia & Odontologia - Uma abordagem integradora, estuda o tema desde 1988. Na visão dela, pessoas ansiosas ou estressadas estão mais sujeitas a desenvolver problemas de ATM (articulação temporomandibular).
"Quando você fica ansioso, automaticamente trava o seu maxilar e tensiona. Isso faz com que você tenha um perfil muito específico para disfunção de ATM."
Viver em lar com agressividade pode desencadear transtorno explosivo
Por trás de comportamentos agressivos frequentes de algumas pessoas pode haver um problema psicológico. O que muitas vezes é confundido com um temperamento 'esquentado', em alguns casos é chamado na medicina de TEI (transtorno explosivo intermitente).
É uma condição comum e que pode ter explicação no passado, incluindo a forma como a pessoa foi criada, explica a psicóloga Liliana Seger, coordenadora do Programa para o Transtorno Explosivo Intermitente do PRO-AMITI (Programa do Ambulatório dos Transtornos do Impulso), ligado ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
"O transtorno explosivo intermitente tem a característica de que a pessoa está bem, tem um humor estável, ou seja, não é uma pessoa irritadiça, e explode com uma magnitude desproporcional frente a situações que outra pessoa reagiria de uma forma mais calma."
Podcast ‘Humanamente’ | Mulheres que não conseguem engravidar
Para algumas mulheres, a maternidade se transformou no objetivo mais importante na vida. Elas querem ter filhos mas não conseguem engravidar e, por causa disso, às vezes desenvolvem problemas como a depressão. Neste episódio do Humanamente, Inês de Castro, o psiquiatra Daniel Barros e a psicóloga Liliana Seger falam sobre o sonho do filho, o sexo programado, os desgastes para o relacionamento amoroso e a cobrança da família e dos amigos.
Podcast ‘Humanamente’ | Ansiedade de mãe
Inês de Castro, o psiquiatra Daniel Barros e a psicóloga Liliana Segger discutem sobre a ansiedade que aumenta com a maternidade.
Psicóloga explica por que as pessoas têm ataque de fúria
A explosão motivada por nervosismo tem sido cada vez mais comum no dia a dia. A psicóloga e coordenadora do Ambulatório de Transtorno Explosivo do IPq, Dra. Liliana Seger, explica e discerne o que é raiva e o que pode ser um transtorno
Um dia de fúria: conheça o transtorno que causa explosões de raiva
Arremessar o celular na parede porque a internet não pega, berrar com alguém que deu uma resposta atravessada, jogar o carro em cima de outro só porque o motorista tirou uma fina no trânsito… Todos esses acessos de raiva extremos podem ser sinal de um problema chamado Transtorno Explosivo Intermitente.
Dra. Liliana Seger explica os sinais e as características do TEI, e como identificá-los.
Veja dicas de como controlar o estresse no dia a dia
Dizem que a inteligência emocional está em quem consegue modular melhor as associações de ação e reação. E os exercícios físicos podem ser ótimas válvulas de escape.
Dra. Liliana Seger discorre sobre como identificar o Transtorno Explosivo Intermitente (TEI) e como funciona o seu tratamento, também dá dicas de amenizar o problema.
Ansiedade de fim de ano: Cuidado para não prejudicar a saúde
Estado de alerta natural do organismo, a ansiedade nos mobiliza a agir, tomar atitudes e, geralmente é positiva para o ser humano. Em excesso, no entanto, pode ser sinal de um transtorno ou patologia que interfere negativamente na qualidade de vida, nos relacionamentos familiares, amizade e no trabalho - por isso exige ajuda de um psicólogo e/ou psiquiatra, diz a Dra. Liliana Seger.
LUTO INVISÍVEL
“[Mesmo na barriga], o bebê é sentido como um filho. Pessoas acham que há uma diferença entre a dor da perda no primeiro ou no último mês. Mas, para quem está ali nutrindo expectativas para aquele filho, não há”, afirma a psicóloga Liliana Seger, do Hospital das Clínicas de São Paulo e autora do livro “Cadê você, bebê?” (Editora Segmento Farma, 2014). Quando o filho adulto de uma mulher morre, ela perde o passado que teve com ele, as lembranças. No caso de um bebê ainda na gestação, os pais sentem como se tivessem perdido o futuro que eles esperavam viver juntos.
SenteMente: Raiva
Por que sentimos raiva? Ela faz mal? A raiva é uma das emoções básicas, isto é, que todo ser humano sente, mas quando ela passa dos limites pode ter consequências graves. Qual é o objetivo da raiva na evolução humana?
Dra Liliana Seger, Daniel Barros, Elisa Kozasa e Marilda Lipp falam sobre a Raiva, suas consequências e seu controle.
Ataques de fúria frequentes podem ser uma síndrome
O famoso 'pavio curto' pode ser muito mais que um dia ruim. Dra. Liliana Seger e Dr. Leonard Verea alertam que esse comportamento caracteriza o Transtorno Explosivo Intermitente. O descontrole emocional é considerado uma síndrome quando os episódios se repetem pelo menos três vezes por dia.
TEI, Raiva e Stresse Crônico | Como controlar a raiva?
Dra. Liliana Seger diferencia Stress, de Raiva e T.E.I. Explica como funciona o tratamento, e como identificar cada caso.
"Existem momentos em que é difícil controlar a raiva. Cada pessoa lida de uma maneira diferente com esse sentimento: algumas ficam irritadas, ou choram, ou preferem extravasar. Mas, muitas vezes, a gente nem percebe o que a raiva pode fazer com o nosso corpo. Para falar mais sobre o assunto, o âncora Eduardo Barão conversou com a psicoterapeuta do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de São Paulo, Dra. Liliana Seger."
Endometriose é uma das causas mais comuns para a infertilidade
Não é fácil ser mãe nos dias de hoje, mas será que tem um jeito de tornar tudo menos complicado? O programa desta sexta-feira (6) foi especial para homenagear quem é mãe e as mulheres que lutam por este sonho.
No estúdio, o ginecologista José Bento e a psicóloga Liliana Seger falaram sobre os problemas que enfrentam quem deseja engravidar e não consegue e o que se deve ter em mente.
Para a psicóloga Liliana Seger, a infertilidade é um estigma silencioso para a mulher. Ansiedade e angústia são dois sentimentos que caminham juntos e a cobrança da sociedade e da família também agravam. O processo emocional é muito doloroso, o casal precisa estar unido para enfrentar um tratamento.
Raiva não controlada pode aumentar o risco de infarto e hipertensão
Momentos de fúria: como controlar? Algumas pessoas gritam, quebram objetos, chutam portas, choram. Outras se trancam no quarto, preferem ficar caladas. O que a raiva faz no nosso corpo? O Bem Estar desta quinta-feira (25) convidou o consultor e psiquiatra Daniel Barros e a psicoterapeuta do Instituto de Psiquiatria da USP Liliana Seger Jacob para falar sobre o tema.
Especialista fala sobre pavio curto
Neste pequeno vídeo extra do Progarama Bem Estar, a Especialista Liliana Seger dá dicas de sobre como lidar com alguém que tem pavio curto, tanto em momentos de crise, quanto no dia a dia. É sempre importante não estigmatizar a pessoa, e saber diferenciar quem tem e quem não tem.
Associação Brasileira de Psiquiatrias: Impulsive agression in Brazil: losing opportunities to intervene
Rev Bras Psiquiatr. 2015;37:177–178
doi:10.1590/1516-4446-2014-1609

