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Mídia

01-01-2020

​Dra. Liliana Seger e Carolina Bernardo, especialistas em Transtorno Explosivo Intermitente e autoras do livro "Como Lidar com a Raiva e o Transtorno Explosivo Intermitente" fazem uma Live para a Editora Hogrefe falando sobre a Raiva e suas manifesta

03-06-2020

Aline Pedrazzi do Mãe Estar entrevista a Dra. Liliana Seger para um bate papo com informações boas e dicas práticas pra você viver melhor!
Entenda a diferença entre as explosões de raiva e o diagnóstico de transtorno explosivo intermitente. Mais indicado ainda pra nós dar um respiro nesses dias de quarentena!

09-06-2020

Live completa que com a Dra. Liliana Seger e José Cláudio, psicólogo do trânsito sobre raiva, transtorno explosivo intermitente, ataques de fúria, suas causas e consequências.

26-11-2019

​O TEI é caracterizado como um transtorno psiquiátrico em que o indivíduo não tem controle de gerenciar seus impulsos agressivos. Ou seja, a pessoa tem, de modo repentino (3 a 4 vezes por semana, em um período de três meses), ataques de fúria completamente desproporcionais, como agressões verbais e físicas, que não são justificadas pelo gatilho que levou a esse comportamento....

R7 - Viver em lar com agressividade pode desencadear transtorno explosivo

Por trás de comportamentos agressivos frequentes de algumas pessoas pode haver um problema psicológico. O que muitas vezes é confundido com um temperamento 'esquentado', em alguns casos é chamado na medicina de TEI (transtorno explosivo intermitente).

É uma condição comum e que pode ter explicação no passado, incluindo a forma como a pessoa foi criada, explica a psicóloga Liliana Seger, coordenadora do Programa para o Transtorno Explosivo Intermitente do PRO-AMITI (Programa do Ambulatório dos Transtornos do Impulso), ligado ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

"O transtorno explosivo intermitente tem a característica de que a pessoa está bem, tem um humor estável, ou seja, não é uma pessoa irritadiça, e explode com uma magnitude desproporcional frente a situações que outra pessoa reagiria de uma forma mais calma."

24-10-2019

A psicóloga e professora Liliana Seger, autora do livro Psicologia & Odontologia - Uma abordagem integradora, estuda o tema desde 1988. Na visão dela, pessoas ansiosas ou estressadas estão mais sujeitas a desenvolver problemas de ATM (articulação temporomandibular).

"Quando você fica ansioso, automaticamente trava o seu maxilar e tensiona. Isso faz com que você tenha um perfil muito específico para disfunção de ATM."

07-11-2019

Uma fechada no trânsito, uma buzinada, briga por causa de vaga.... Tudo isso pode provocar irritação e descontrole no trânsito. Em um dos casos recentes, um aposentado foi atacado com um facão, na Grande São Paulo, depois de discutir na avenida. O Fala Brasil foi ouvir especialistas para saber por que muitos motoristas são agressivos e chegam a ter um ataque de fúria quando ficam irritados e o que é preciso fazer para mudar esse comportamento..

13-05-2019

​No programa “Humanamente”, a jornalista Inês de Castro e o psiquiatra Daniel Barros recebem Dra. Liliana Seger pala falar sobre Infertilidade, dificuldades em engravidar e as consequências emocionais que esta fase complexa da vida pode acarretar.

26-09-2018

​​A explosão motivada por nervosismo tem sido cada vez mais comum no dia a dia. A psicóloga e coordenadora do Ambulatório de Transtorno Explosivo do IPq,  Dra. Liliana Seger, explica e discerne o que é raiva e o que pode ser um transtorno.

19-02-2018

É importantíssimo prestarmos atenção aos sinais e procurarmos um profissional para fazer um diagnóstico.

Raiva e fúria são características de diversos transtornos além do TEI, como Transtorno de Personalidade Borderline, Transtorno de Personalidade Antissocial, Transtorno Bipolar, entre outros.

15-09-2017

Arremessar o celular na parede porque a internet não pega, berrar com alguém que deu uma resposta atravessada, jogar o carro em cima de outro só porque o motorista tirou uma fina no trânsito… Todos esses acessos de raiva extremos podem ser sinal de um problema chamado Transtorno Explosivo Intermitente.

Dra. Liliana Seger explica os sinais e as características do TEI, e como identificá-los.

29-08-2017

Dizem que a inteligência emocional está em quem consegue modular melhor as associações de ação e reação. E os exercícios físicos podem ser ótimas válvulas de escape.

Dra. Liliana Seger discorre sobre como identificar o Transtorno Explosivo Intermitente (TEI) e como funciona o seu tratamento, também dá dicas de amenizar o problema.

05-06-2017

Estado de alerta natural do organismo, a ansiedade nos mobiliza a agir, tomar atitudes e, geralmente é positiva para o ser humano. Em excesso, no entanto, pode ser sinal de um transtorno ou patologia que interfere negativamente na qualidade de vida, nos relacionamentos familiares, amizade e no trabalho - por isso exige ajuda de um psicólogo e/ou psiquiatra, diz a Dra. Liliana Seger.

29-05-2017

“[Mesmo na barriga], o bebê é sentido como um filho. Pessoas acham que há uma diferença entre a dor da perda no primeiro ou no último mês. Mas, para quem está ali nutrindo expectativas para aquele filho, não há”, afirma a psicóloga Liliana Seger, do Hospital das Clínicas de São Paulo e autora do livro “Cadê você, bebê?” (Editora Segmento Farma, 2014). Quando o filho adulto de uma mulher morre, ela perde o passado que teve com ele, as lembranças. No caso de um bebê ainda na gestação, os pais sentem como se tivessem perdido o futuro que eles esperavam viver juntos.

23-03-2017

Sabe aquela pessoa que, do nada, tem um acesso de fúria, grita ou agride alguém, e o estopim foi apenas um pisão no pé sem intenção? A sabedoria popular recomenda para esses casos contar até 10 para acalmar o ânimo e evitar reações impulsivas. Mas há pessoas que só conhecem o número 1.

‘Pavio curto’ pode ser uma doença mental, conhecida por TEI, o Transtorno Explosivo Intermitente, que afeta 3% dos brasileiros.


Entrevista com a psicóloga Dra. Liliana Seger. Ela fala sobre o TEI, Transtorno Explosivo Intermitente.

06-08-2016

Por que sentimos raiva? Ela faz mal? A raiva é uma das emoções básicas, isto é, que todo ser humano sente, mas quando ela passa dos limites pode ter consequências graves. Qual é o objetivo da raiva na evolução humana?

Dra Liliana Seger,  Daniel Barros, Elisa Kozasa e Marilda Lipp falam sobre a Raiva, suas consequências e seu controle.

28-07-2016

O famoso 'pavio curto' pode ser muito mais que um dia ruim. Dra. Liliana Seger e Dr. Leonard Verea alertam que esse comportamento caracteriza o Transtorno Explosivo Intermitente. O descontrole emocional é considerado uma síndrome quando os episódios se repetem pelo menos três vezes por dia.

08-07-2016

Dra. Liliana Seger diferencia Stress, de Raiva e T.E.I. Explica como funciona o tratamento, e como identificar cada caso.

"Existem momentos em que é difícil controlar a raiva. Cada pessoa lida de uma maneira diferente com esse sentimento: algumas ficam irritadas, ou choram, ou preferem extravasar. Mas, muitas vezes, a gente nem percebe o que a raiva pode fazer com o nosso corpo. Para falar mais sobre o assunto, o âncora Eduardo Barão conversou com a psicoterapeuta do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de São Paulo, Dra. Liliana Seger."

25-06-2016

No programa “Humanamente”, a jornalista Inês de Castro e o psiquiatra Daniel Barros recebem Dra. Liliana Seger pala falar sobre Transtorno Explosivo Intermitente (TEI).

A psicóloga descorre sobre como identificar o TEI, como diferenciar de Raiva, como surge, algumas maneiras de controle e também tira dúvidas da platéia.

27-05-2016

Dra. Liliana Seger, junto com profissionais da saúde de todo o Brasil se reuniram para uma série de Palestras na  5ª Jornada Sergipana de Terapia Cognitivo-Comportamental. Dra. Liliana falou sobre um assunto extremamente anguistante para muitas mulheres, que é a dificuldade de engravidar, e também sobre raiva e Transtorno Explosivo Intermitente. Houve a venda de seus livros em uma tarde de autógrafos após as suas palestras.

06-05-2016

Não é fácil ser mãe nos dias de hoje, mas será que tem um jeito de tornar tudo menos complicado? O programa desta sexta-feira (6) foi especial para homenagear quem é mãe e as mulheres que lutam por este sonho.

No estúdio, o ginecologista José Bento e a psicóloga Liliana Seger falaram sobre os problemas que enfrentam quem deseja engravidar e não consegue e o que se deve ter em mente.

Para a psicóloga Liliana Seger, a infertilidade é um estigma silencioso para a mulher. Ansiedade e angústia são dois sentimentos que caminham juntos e a cobrança da sociedade e da família também agravam. O processo emocional é muito doloroso, o casal precisa estar unido para enfrentar um tratamento.

03-05-2016

Patricya Travassos e seus convidados nos presentearam com um bate-papo delicioso sobre um assunto muito pertinente para todos nós que vivemos no caos dos grandes centros urbanos. Nossa apresentadora trouxe o tema "Emoções sob Controle" com reforço do trio formado por Marcelo Martins, da agência Razões Para Acreditar, Liliana Seger, psicóloga, e Elisa H. Kozasa, bióloga. Juntos, eles dividiram conosco seus relatos pessoais e nos ensinaram como viver melhor diante dos Desafios Urbanos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

25-02-2016

Neste pequeno vídeo extra do Progarama Bem Estar, a Especialista Liliana Seger dá dicas de sobre como lidar com alguém que tem pavio curto, tanto em momentos de crise, quanto no dia a dia. É sempre importante não estigmatizar a pessoa, e saber diferenciar quem tem e quem não tem.

25-02-2016

Momentos de fúria: como controlar? Algumas pessoas gritam, quebram objetos, chutam portas, choram. Outras se trancam no quarto, preferem ficar caladas. O que a raiva faz no nosso corpo? O Bem Estar desta quinta-feira (25) convidou o consultor e psiquiatra Daniel Barros e a psicoterapeuta do Instituto de Psiquiatria da USP Liliana Seger Jacob para falar sobre o tema.

Doutora Liliana Seger evidencia as diferenças de ataques de Transtorno Explosivo Intermitente, e de raiva. Aprender a identificar os gatilhos que geram ataques de raiva é um dos fatores que auxiliam o tratamento.

09-03-2012

A psicóloga Liliana Seger, do instituto de psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, ressalta que a raiva é importante para o ser humano, que deve se expressar de alguma forma, mas alerta para um limite. “Tudo é uma questão de grau. Muitas vezes a raiva fica exacerbada por causa do estilo de vida atual”, diz. Mas a psicóloga explica que para que o ‘pavio curto’ seja considerado uma doença, são necessários outros sintomas. “Quem tem transtorno explosivo intermitente tem acessos de fúria frequentes, pelo menos uma vez por semana. Esses acessos não são premeditados”, explica. Os especialistas recomendam que, nesses casos, o paciente procure ajuda médica.
 

06-09-2012

Liliana Seger fala sobre timidez:  personalidade dos tímidos, tímidos x introvertidos, e como pode afetar o trabalho, a vida pessoal e sexual.

10-11-2014

Traços de personalidade de pessoas que ao se sentirem injustiçadas ou ofendidas no trânsito, ao tomar atitudes impulsivas e desmedidas, como por exemplo sair do carro e agredir o outro, pode ser sinal que a pessoa tenha T.E.I.

A Doutora Liliana Seger mostra o quanto isso é comum nas cidades grandes, e que é possível ser controlado com acompanhamento médico e psicológico.

09-07-2012

Doutora Liliana Seger fala sobre os transtornos de fúria, T. E. I. e como diferenciar ataques de raiva, de ataques por conta do transtorno. Especialista revela que existe mais de um tipo de ataque.

 

18-12-2014

Para a psicóloga Liliana Seger, uma das causas do estresse é o sentimento de competição constante das pessoas, que se sentem trapaceadas quando alguém tenta roubar uma vaga de estacionamento ou furar uma fila. Ela lembra que nesses casos, a melhor reação é sempre tentar manter a calma.

14-11-2011

“Todos temos situações de estresse, mas vivê-lo de forma crônica diminui o limiar para tomarmos uma ação”, diz a psicóloga Liliana Seger, coordenadora do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso do Hospital das Clínicas (HC). “Em cidades como São Paulo, onde as pessoas já não têm o controle das circunstâncias, é fácil perdê-lo.”

28-08-2013

André sofre com explosões de fúria desde criança e já se envolveu em várias brigas. O que muitas pessoas podem considerar um simples "piti" na verdade se chama transtorno explosivo intermitente, mais conhecido como a síndrome do pavio curto. Trata-se de uma raiva incontrolável que surge de uma hora para outra e transforma a pessoa em uma verdadeira fera. O distúrbio não tem cura, e sim controle. 

07-06-2013

O Ambulatório Integrado de Transtornos do Impulso já atendeu cerca de 100 pessoas com a 'síndrome de Hulk'

 “Os pacientes passam a ter mais controle sobre a agressividade e deixam de representar perigo”, afirma a psicóloga Liliana Seger, coordenadora do ambulatório.

27-11-2013

Homem desceu do carro e bateu em motorista que não abriu passagem.
Psicóloga diz que transtorno explosivo intermitente atinge 450 mil paulistas.

A psicóloga Liliana Seger, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, classifica essa raiva desmedida como "transtorno explosivo intermitente".

09-05-2001

Doutora Liliana Seger descorre sobre Reprodução Humana Assistida, sobre medos e angústias de ter dificuldades em engravidar e como funciona o processo.

26-09-2014

Trânsito congestionado, filas demoradas, falta de educação das pessoas; se você se irrita facilmente nessas situações a ponto de explodir de raiva, cuidado: pode ser a "síndrome do pavio curto". 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

17-06-2014

A medicina avança no conhecimento e no tratamento de transtorno psiquiátrico caracterizado por ataques inesperados de raiva e de agressividade.

O grupo é o único do País especializado no tratamento da doença. Lá, ele consiste na combinação do trabalho da psiquiatria com a psicologia. Em geral, o paciente toma antidepressivos. E participa de sessões em grupo de um tipo de terapia chamada cognitivo-comportamental (que objetiva identificar e mudar padrões de pensamento associados a comportamentos indesejados). São 15 sessões de terapia e, depois de um mês, mais três sessões quinzenais para a prevenção de recaídas. “Temos um alto índice de sucesso”, afirma Liliana.

12-06-2013

O descontrole e a raiva podem ser sinais de que algo não está bem. Muitas pessoas são vítimas do transtorno que causa várias reações agressivas. Saiba mais.

07-06-2013

O que acontece no corpo quando somos tomados pela raiva – que, apesar de ser um instinto necessário para a sobrevivência da espécie, pode ser um sinal de doença se ocorre de forma excessiva e fora de contexto

13-07-2011

Violênca nas ruas de São Paulo. Quem nunca viveu ou presenciou discussões no trânsito? As reações exageradas dos motoristas podem ser fruto de uma doença psiquiátrica que atinge até 6% da população: o transtorno explosivo intermitente.

10-07-2011

Para a psicóloga Liliana Seger, parte dos motoristas não tolera ter sua frente "roubada" numa fila e vê essa ação como um deboche. "Ele entende 'Eu sou esperto e você é bobão'."

10-08-2015

O estresse comum nas grandes cidades pode gerar reações explosivas, como o caso de um homem que quebrou a vidraça de uma loja de telefonia celular. Entretanto, em alguns casos, os ataques de fúria podem ser explicados por uma doença. O TEI (Transtorno Explosivo Intermitente) é um problema psíquico que atinge homens e mulheres a partir dos 13 anos de idade. Tem causas genéticas, mas o meio também contribui para impulsioná-lo. Mas qual a fronteira entre uma crise nervosa comum e o transtorno? Confira na reportagem!

12-09-2013

Situações de aglutinação e impotência, como grandes congestionamentos, podem desencadear reações explosivas e impensadas.
Na noite desta quarta-feira, um motorista não identificado e que dirigia em "ziguezague" atirou em outro veículo, em Barueri.
Uma menina de um ano e sete meses foi atingida pelo disparo - ela não corre risco de morte.
Segundo a psicóloga do Instituto de Psiquiatria da USP, Liliana Seger, qualquer um está sujeito a ter acessos de fúria em determinadas situações.

04-06-2015

Mal silencioso, o distanciamento emocional e físico pode acabar com o relacionamento do casal. Confira as técnicas para evitar que isso aconteça.

 “Novelas e filmes, nos quais os pares estão apaixonados e cheios de desejo, fazem com que as pessoas passem a olhar a própria vida como pouco vibrante”, explica Liliana. “E assim começam as comparações: ‘ela não me elogia sempre’, ‘ele não me deseja mais’... As pessoas querem uma vida perfeita e isso não existe”, completa. 

18-01-2013

Doutora Liliana Seger descorre sobre o T.E.I., como identidicar e formas de tratamento.

Em São Paulo, o Hospital das Clínicas promove sessões de terapia em grupo para ajudar a tratar quem sofre com esse problema.

13-11-2015

Você sabe o que é “Paraskevidekatriafobia”? O medo de sexta-feira treze!

Mas fiquem calmos! Não é por que você evita gostar deste dia do ano que você tem a doença. Foi o que explicou pra gente a doutora Liliana Seger, psicóloga do Instituto de Psiquiatria da USP. “É legal comentarmos que existe, sim, essa doença, mas o importante é o foco na crença popular”.

17-12-2013

A Psicóloga e Sexóloga, Rose Villela apresenta o programa Prazer em Conhecer, e nesse episódio recebe a psicóloga Liliana Seger, falando sobre o Transtorno Explosivo Intermitente. 

O programa vai ao ar toda terça-feira, ao vivo às 16h pela TV Geração Z - www.tvgeracaoz.com.br

19-08-2009

Liliana alerta que quando a situação persiste e o agente estressor não desaparece, mantém-se a fase de alarme ocorrendo a fase de exaustão que provoca o distresse. Ou seja, o estresse maléfico para o organismo, desenvolvendo-se nesse estágio as patologias: úlceras, infarto, etc.

05-03-2015

Ter filhos para as novas gerações não parece ser uma prioridade. Entretanto, a descoberta da infertilidade ainda pode ser um grande fardo para o casal, mesmo com os diversos tratamentos e a possibilidade de adoção. Em busca de sanar algumas dessas angústias, Liliana Seger, psicóloga colaboradora do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), escreveu o livro “Cadê você, bebê?”, da editora Segmento Farma.

15-08-2012

Descontar o estresse do dia a dia faz parte da rotina. Trabalho, reuniões e mais reuniões, contas a pagar, filhos e seus problemas na escola... Ufa! Dá vontade de mandar tudo para outra dimensão. Quem explode facilmente diante de um momento de pressão é, óbvio, naturalmente mais impulsivo. "Tendem a ser pessoas espontâneas, irreverentes e com rapidez de reação", diz a psicóloga Liliana Seger, do Hospital das Clínicas paulistano.

30-09-2014

Doutora Liliana Seger descreve os traços de personalidade de pessoas que tem T.E.I. e como identificá-los.

24-11-2015

O afastamento físico e emocional entre o casal pode levar ao fim da relação. Não sejam pegos de surpresa!

“Todos os relacionamentos passam por mudanças, alguns sentimentos se tornam menos intensos e até bem diferentes. Isso é normal depois de alguns anos de convivência”, diz a psicóloga Liliana Seger, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Mas é importante saber identificar os sinais de que a relação está indo pelo ralo para tentar evitar o pior.

07-01-2015

Além de clínicas de fertilização, casais com dificuldades para ter filhos buscam ajuda psicológica. 

02-12-2011

Em entrevista à Rádio Jovem Pan, a psicóloga e coordenadora do Grupo de Transtorno Explosivo Intermitente - TEI - do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, doutora Liliana Seger, explicou que “o Transtorno Explosivo Intermitente se caracteriza por explosões eventuais, que acontecem de duas a três vez por semana, geralmente desproporcionais ao que desencadeou o fato e a pessoa não consegue se conter”. 

18-01-2013

Doutora Liliana Seger discorre sobre o T.E.I., como identificar e formas de tratamento.

09-10-2011

Liliana diz que os juízes e promotores com esse tipo de comportamento muitas vezes não têm noção disso. Não percebem, por exemplo, nem que maltratam seus subordinados.
"Acham que estão acima do bem e do mal. Se humilham um funcionário, até pensam que estão ajudando. `Mostrei como é a realidade dos fatos'", afirma.

23-02-2014

Os portadores do TEI (Transtorno Explosivo Intermitente) são conhecidos como pessoas de "pavio curto". "O TEI é um transtorno do impulso. O portador não consegue se segurar", afirma a psicóloga Liliana Seger, coordenadora do Pro-Amiti (Programa para Tratamento do Transtorno Explosivo Intermitente do Ambulatório dos Transtornos do Impulso) da Universidade de São Paulo.

01-03-2010

“As pessoas precisam tomar cuidado na hora de tornar patológico todo tipo de comportamento. Na maioria das vezes, os casos de infidelidade são relativos a problemas pessoais ou do relacionamento no casamento, não necessariamente a uma patologia”, avisa Liliana Seger, psicóloga especializada em sexualidade e pesquisadora ligada ao Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso (AMITI) do Instituto de Psquiatria (IPq) da Faculdade de Medicina da USP .

01-04-2012

Cirurgiões-dentistas interessados em atender de maneira eficiente seus pacientes buscam os conhecimentos da Psicologia.

Doutora Liliana Seger, autora do livro Psicologia & Odontologia, uma abordagem integradora, descorre "para o paciente, não é somente a competência técnica que o faz abandonar ou permanecer em tratamento".

01-04-2015

Muitos que desejam ter filhos, mas não conseguem tão rápido quanto gostariam ou da maneira como sonham, não se sentem à vontade para conversar sobre o assunto e compartilhar as frustrações. Isso motivou a psicóloga Liliana Seger, do Instituto de Psiquiatria (IPQ) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), a escrever o livro Cadê você, bebê?, lançado pela editora Segmento Farma, que aborda questões dolorosas sobre esse período e oferece dicas e informações úteis para ajudar a amenizar a ansiedade.

18-12-2012

Correria com metas profissionais, preparativos para as festas de fim de ano, trabalhos, cursos, família, contas a pagar... Tudo isso e diversas outras situações conflituosas permeiam a cabeça da maioria dos adultos das grandes cidades. Quando todas essas tarefas não estão bem organizadas e administradas podem gerar um estresse agravado, o chamado Transtorno Explosivo Intermitente (TEI). 

*Quem possui o Transtorno nunca vai agir de forma premeditada, a reação ocorre no momento em que existe uma contrariedade. *Profissões que “correm contra o tempo” são as que possuem um maior número de pessoas com TEI. Ouça essa e outras informações na entrevista completa da doutora Liliane Seger.

10-11-2014

“O paciente que tem o transtorno explosivo sente a raiva e vai pra cima. Mas não é uma pessoa que fala assim: amanhã eu vou lá e vou quebrar a cara dele. Não, é no imediato. É falta do controle do impulso”, disse a psicóloga Liliana Seger, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

 

19-08-2009

Segundo Liliana, o estresse é definido como uma resposta não específica do organismo a qualquer mudança ambiental, onde o mesmo tenta adaptar-se, elaborar um comportamento na presença de uma situação nova ou inesperada: uma bronca do chefe, um susto no trânsito, uma cena de infidelidade..., mas a reação é natural e passa.

 

01-12-2012

Em 1978 nascia a inglesa Louise Brown, primeira criança concebida a partir de embrião gerado em laboratório, ou o primeiro bebê de proveta, como ficou conhecida. Tal conquista médica serviu de esperança a inúmeros casais que sonhavam com filhos, mas que tinham dificuldades reprodutivas. Em mais de três décadas, essa prática médica, que passou a ser chamada de reprodução (humana) assistida, não parou de se desenvolver e é indicada a um número cada vez maior de pacientes.

Versão impressa ISSN 0009-6725
Cienc. Cult. vol.64 no.4 São Paulo out./dez. 2012

20-08-2013

Para Liliana, o chato não se dá conta que está sendo inadequado porque o chateado não é assertivo o suficiente para sinalizar o problema. Outro motivo pode estar relacionado a uma crise eufórica. “O cérebro produz uma sensação prazerosa nesse momento. E o chato entende que ele foi agradável, não o contrário”, completa Raymundo Lima.

06-04-2015

Palestra na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo que foi transmitida por todo o Brasil pelo programa EDUCA SUS.

01-05-2012

 Na opinião da psicóloga Liliana Seger, coordenador de psicologia do Ambulatório dos Transtornos do Impulso, do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e colaboradora da Associação Viver Bem – ONG que atua na promoção do bem estar junto a portadores de transtornos do impulso e seus familiares-, a violência no trânsito tem inúmeros motivadores.

A sensação de impotência impingida por congestionamentos gigantescos, os sistemas de transporte coletivos abarrotados e as enchentes criminosas são os fatores mais incisivos. “Se a pessoa passa seguidamente por essas situações estressantes, sua tolerância fica menos. Logo, ela apresenta mais raiva, irritação e ansiedade.”

01-08-2015

Grandes centros urbanos são como pólvora para portadores de T.E.I. Em geral atinge pessoas muito corretas, inteligentes e eficientes que gostam das coisas sempre certas. - Diz a Doutora Liliana Seger

07-06-2015

“O excesso de informações e de tecnologia aumenta muito a aceleração mental e a pressão pela excelência também contribui para a manifestação desse distúrbio, já que atualmente o mercado exige dos profissionais dedicação e, em alguns casos, sacrifício. No entanto, essa realidade pode gerar quadros graves de depressão, estresse agudo e nomofobia, que vem a ser o medo de ficar sem celular. Para controlar a produção do pensamento, existem algumas técnicas de respiração diafragmática, relaxamento e meditação, que podem desacelerar a mente, oferecendo sensação de bem-estar. Porém, o aconselhável é que a pessoa que sofre da síndrome procure um especialista”, explica a psiquiatra Liliana Seger.

27-06-2014

Para Seger, pessoas que não costumam lidar bem com situações de estresse, como Suárez, podem receber o diagnóstico de transtorno de impulso. "O paciente tem vontade de fazer algo e não consegue parar e se controlar. Principalmente em momentos de estresse e raiva. Depois ele pode até se arrepende, mas ai já é tarde", afirma a psiquiatra. O jogador uruguaio chorou ao descobrir que foi suspenso da Copa do Mundo pela Fifa.

09-10-2012

Segundo Liliana, elas, muitas vezes, sentem uma necessidade de se mostrar seguras, plenas, decididas, cheias de si, e acabam não se permitindo mostrar indecisões que são próprias do ser humano. Quando fazem isso, dão aos homens a abertura para se mostrarem também muito seguros e confiantes, até donos da verdade, mesmo quando isso não é totalmente real. "Assim, cada um desempenha um papel que não é como gostaria de se sentir na relação e, ao final da noite, estão tão cansados que acabam não se vendo nunca mais", exemplifica.

28-05-2012

Noções do funcionamento da mente humana podem melhorar o tratamento odontológico.

Mesmo com esses obstáculos, Liliana é otimista quando a questão é a popularização desse tema daqui a alguns anos. "É difícil responder como vai ser o futuro, mas acredito que os profissionais que realmente escolheram uma profissão que trata do ser humano tentarão, de alguma forma, ser mais humanos", finaliza.

01-10-2011

Para a psicóloga Liliana Seger, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, a função de julgar o destino das pessoas traz aos juízes uma sensação muito grande de poder. Essa sensação, também observada em outras profissões relacionadas a poder, como a de promotor, chega a liberar endorfina no corpo, o que faz a pessoa sentir prazer. "Quanto mais atua, mais ele se sente poderoso. E não tem ninguém acima dele para dizer: para!", afirma. 

22-09-2013

Os chatos são pessoas que não têm os limites claros. "Falam muito perto, pegam o tempo todo no outro enquanto conversam, abrem a geladeira na casa de alguém que mal conhecem. Ou seja, ultrapassam os limites", resume Liliana Seger, coordenadora do Ambulatório dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas.

31-12-2009

A ciência comprova mesmo que as emoções e os sentimentos que uma amizade gera no organismo são capazes de melhorar o sistema imunológico, proporcionando sensações de prazer e bem-estar. “Com o sistema imunológico em equilíbrio, diversas patologias ficam ‘bloqueadas’. Dessa forma, impedimos que doenças auto-imunes nos atinjam”, afirma a psicóloga Liliana Seger.

 

12-08-2011

Para a psicóloga clínica Liliana Seger, autora do livro "Psicologia e Reprodução Humana Assistida: uma abordagem multidisciplinar", casos como o da jovem de 28 anos acontecem com mais frequencia do que se pensa ou se divulga. "Em muitos deles, a situação financeira do casal, associada a um transtorno psicológico, pode fazer muitos estragos não só no nascimento da criança, como em todo o seu desenvolvimento", garante.

20-03-2012

Liliana Seger, doutora em psicologia e coordenadora do grupo de Transtorno Explosivo Intermitente do Hospital das Clínicas de São Paulo, diz que os fatores que levam as pessoas a ter o transtorno são bobos. “A reação é sempre desproporcional ao fato, isso é uma característica muito importante. Por exemplo, um sujeito que está em casa e derrama um copo de leite e joga o leite na parede ou o copo no chão, porque ficou bravo”, diz. Segundo a psicóloga, ter um ataque de fúria uma vez ou outra pode ser sinal de distresse, um estresse crônico, que acontece quando a pessoa que está passando por dificuldades em um momento explode - isso não é o transtorno.

31-03-2015

Psicóloga colheu depoimentos tanto de pacientes, quanto de outras pessoas passando pelo problema, e identificou o que trazia mais dor nos diferentes momentos do processo.

Liliana Seger, psicóloga colaboradora do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), escreveu o livro “Cadê você, bebê?”, lançado recentemente pela editora Segmento Farma.

A pesquisadora, durante seu doutorado no Instituto de Psicologia (IP) da USP, diagnosticou que os casais que estavam tentando ter filhos não possuíam ninguém com quem conversar ou algum apoio para dividir,compartilhar e até ouvir frustrações semelhantes. Isso a motivou a encontrar algum meio que pudesse suprir essa necessidade.

02-06-2015

A angústia, o estresse, a decepção e a profunda tristeza que atingem os pretendentes, algumas vezes, enfraquecem a relação dos futuros papais e mamães

A psicóloga Liliana Seger, colaboradora do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, escreveu um livro para tentar ajudar homens e mulheres trazendo relatos de casais que vivenciaram a situação. A autora de Cadê Você, Bebê? deu uma entrevista para o jornal Gazeta do Povo, que transcrevo a seguir.

 

11-02-2015

Antes de começar a discutir qualquer questão a respeito da compulsão sexual, é preciso primeiro esclarecer que existe uma enorme diferença entre ser compulsivo e gostar muito de sexo. Quem alerta é a psicóloga dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, Liliana Seger. 

De acordo com ela, o fato da pessoa ter uma vida sexual intensa, de maneira alguma é um sintoma da compulsão sexual. "Ter muita vontade de transar não caracteriza um transtorno. A diferença é que o compulsivo não consegue resistir aos pensamentos e desejos, que precisam ser saciados no mesmo momento, não importando com quem", explica. 

01-07-2015

Explosões emocionais violentas podem ser sinais que algo não anda bem. Antes de acontecer o pior é melhor se tratar.

Doutora Liliana Seger do Ambulatório PRO-AMITI: Explosões emocionais tem tratamento e resultados satisfatórios.

28-07-2015

"Essas explosões devem acontecer de duas a três vezes por semana em um período de três meses ou o paciente precisa ter tido três grandes explosões em um período de um ano para caracterizar esse transtorno. É preciso ser recorrente e não uma situação banal de estresse", afirma a coordenadora do grupo de TEI do Ambulatório dos Transtornos do Impulso, do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, Liliana Seger.

26-06-2013

Não é qualquer sinal de raiva que indica o TEI. “Ataque de raiva pode ser sinal de problemas de personalidade, bipolaridade e depressão”, explica a psicóloga Liliana Seger, do Ambulatório dos Transtornos do Impulso, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

01-03-2008

Para a Dra. Liliana, a mulher precisa perceber quando está dependente de horários, das atividades dos filhos ou do marido e nesta hora começar a pensar em viver a sua vida de uma forma mais livre. “A prevenção é se preparar para assumir a responsabilidade da própria vida, e isso não significa deixar de amar, muito pelo contrário, já que apenas podemos amar ao próximo quando nos amamos primeiro”, acrescenta a psicóloga.

01-12-2006

Após pouco mais de quatro décadas de a profissão ser regulamentada no País, o psicólogo conquista espaço em diversas áreas da saúde.

Autora do livro “Psicologia e Odontologia: uma abordadem integradora”, Liliana Seger Jacob destaca a importância do profissional no apoio ao dentista e no trato com o paciente. “A Psicologia se insere em diversas especialidades, como a Odontopediatria, em decorrência dos hábitos e medos e a Periodontia, por causa do estresse”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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